terça-feira, 11 de novembro de 2008
UE/Presidência: Cavaco Silva apela à reforma do modelo social europeu
"Questiono-me sobre se não estaremos no limiar da eficácia das políticas tradicionais de protecção social", disse Aníbal Cavaco Silva, numa intervenção perante a sessão plenária do Parlamento Europeu.
"Como é que a Europa, que enfrenta o risco de um envelhecimento acentuado e de uma recessão demográfica sustentada, não valoriza o seu mais importante activo, que são as suas crianças e os seus jovens?", questionou, sublinhando a necessidade de reforma do modelo social.
Segundo o Chefe de Estado português, "facilitar a participação no mercado de trabalho, responsabilizar e dignificar o contributo de cada um na produção de riqueza e do bem-estar" é "a melhor protecção que pode ser dada a um cidadão contra a pobreza e a exclusão social".
E lembrou que em 2010, Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social, as ambições da Estratégia de Lisboa - incluindo "o investimento nas pessoas e o combate à exclusão social" - serão avaliadas.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Resultado dos inquéritos efectuados aos alunos da nossa escola
Número de Inquiridos: 38
Sexo: Masculino e Feminino
Faixa Etário: 15/18 anos
Turmas Envolvidas: 10ºC; 10ºD; 10ºF; 11ºB; 11ºC; 11ºE; 11ºJ; 12ºB; 12ºE; 12ºF
Após a análise dos inquéritos podemos concluir que os alunos inquiridos não têm uma noção totalmente correcta sobre o que é a reintegração social. A reintegração social é uma intervenção social com o objectivo de integrar vítimas de exclusão social presentes na comunidade. Os três pilares da reintegração são a habitação, a educação e o emprego (incluindo a formação profissional). Também podem ser utilizadas outras medidas como, o aconselhamento e as actividades de lazer.
Na nossa opinião, o campo de análise dos inquiridos é muito fechado, limitam-se a mencionar situações muito óbvias ou incorrectas. Como por exemplo:
“É um combate às pessoas postas de lado”
“É uma ajuda da segurança social”
“Recolher outras culturas diferentes e reintegrá-las na nossa”
“Quando uma pessoa se integra na sociedade porque é diferente”
“É uma convivência no meio social”
Vinte e quatro dos inquiridos acham que a reintegração social não funciona no nosso país. Enquanto catorze acham que funciona. Apesar de respeitarmos estas catorze pessoas, que acham que a reintegração social funciona no nosso país, temos de discordar completamente.
Aproximadamente 60% das vítimas da reintegração social não têm qualquer tipo de ajuda.
A maioria dos inquiridos não conhece casos de exclusão social. Aconselhamos que observem melhor o que os rodeia, pois em qualquer cidade existem vítimas de exclusão social, como por exemplo, pedintes e pessoas provenientes de etnia cigana.
Segundo os inquiridos as principais vítimas de exclusão social são os homossexuais e os toxicodependentes.
A opinião das pessoas em relação ao porque da vítimas não aproveitarem esta segunda oportunidade assemelha-se à nossa. Entre as quais destacamos: “Preconceito”; “Falta de tratamento”; “Vício”; “Medo de serem rejeitados”; “Por orgulho. Acham que não são capazes”; “A sociedade não ajuda”; “Falta de conhecimento”; “Culpa da família que não ajuda a ultrapassar as dificuldades”; “Recaída”; “Obstáculos”; “Medo da crítica”.
A maior parte dos alunos que colaboraram connosco tentaram responder com seriedade. Contudo, houve quem não respondesse de forma séria e também deixaram questões por responder.
Agradecemos a todas as turmas que colaboraram connosco.
domingo, 26 de outubro de 2008
O que é Reintegração Social
A reintegração social é definida como qualquer intervenção social com o objectivo de integrar as vítimas de exclusão social presentes na comunidade. Os três pilares da reintegração social são, a habitação, a educação e o emprego (incluindo a formação profissional). Também podem ser utilizadas outras medidas, como o aconselhamento e as actividades de lazer.
A reintegração social é uma resposta menos enraizada ao combate contra a criminalidade e ao consumo problemático de droga, do que o tratamento e, por conseguinte, o acompanhamento e a comunicação de dados neste campo são também menos coerentes. Alguns países mencionam a realização de avaliações qualitativas dos seus esforços no domínio da reintegração social; no entanto, nenhum deles apresenta uma boa cobertura.
Todos os países que comunicam informações identificam deficiências nos seus serviços e/ou programas de reintegração social. A Grécia constitui uma excepção à regra, possuindo um leque relativamente vasto de programas de reintegração social e dados fiáveis sobre o número de utentes que eles abrangem.
